segunda-feira, 30 de março de 2026

1º TRIMESTRE - MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS DO EF AULA 2

Observe na Unidade Temática Álgebra, os conteúdos e respectivas habilidades



Unidade             Objetos                                                                Habilidades

Temática              de

                          Conhecimento
 


Álgebra
Padrões figurais e numéricos: investigação de regularidades ou padrões em sequências(EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou representações por figuras, por meio de atributos, tais como cor, forma e medida.

Sequências recursivas: observação de regras usadas utilizadas em seriações numéricas (mais 1, mais 2, menos 1, menos 2, por exemplo)
(EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação de um padrão (ou regularidade), os elementos ausentes em sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras.

1º TRIMESTRE - A MATEMÁTICA NAS SÉRIES INICIAIS DO EF AULA 1

Matemática no Ensino Fundamental – Anos Iniciais: unidades temáticas, objetos de conhecimento e habilidades

No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, deve-se retomar as vivências cotidianas das crianças com números, formas e espaço, e também as experiências desenvolvidas na Educação Infantil, para iniciar uma sistematização dessas noções. Nessa fase, as habilidades matemáticas que os alunos devem desenvolver não podem ficar restritas à aprendizagem dos algoritmos das chamadas “quatro operações”, apesar de sua importância. No que diz respeito ao cálculo, é necessário acrescentar, à realização dos algoritmos das operações, a habilidade de efetuar cálculos mentalmente, fazer estimativas, usar calculadora e, ainda, para decidir quando é apropriado usar um ou outro procedimento de cálculo.

Matemática está intrinsecamente relacionada à compreensão, ou seja, à apreensão de significados dos objetos matemáticos, sem deixar de lado suas aplicações. Desse modo, recursos didáticos como malhas quadriculadas, ábacos, jogos, livros, vídeos, calculadoras, planilhas eletrônicas e softwares de geometria dinâmica têm um papel essencial para a compreensão e utilização das noções matemáticas. Entretanto, esses materiais precisam estar integrados a situações que levem à reflexão e à sistematização, para que se inicie um processo de formalização.

Em todas as unidades temáticas, a delimitação dos objetos de conhecimento e das habilidades considera que as noções matemáticas são retomadas, ampliadas e aprofundadas ano a ano. No entanto, é fundamental considerar que a leitura dessas habilidades não seja feita de maneira fragmentada.

MATEMÁTICA – 1º ANO

UNIDADES TEMÁTICASOBJETOS DE CONHECIMENTOHABILIDADES
NúmerosContagem de rotina
Contagem ascendente e descendente
Reconhecimento de números no contexto diário: indicação de quantidades, indicação de ordem ou indicação de código para a organização de informações
(EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação.
Quantificação de elementos de uma coleção: estimativas, contagem um a um, pareamento ou outros agrupamentos e comparação(EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes estratégias como o pareamento e outros agrupamentos.
(EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa e/ou por correspondência (um a um, dois a dois) para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”.
Leitura, escrita e comparação de números naturais (até 100)
Reta numérica
(EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções até 100 unidades e apresentar o resultado por registros verbais e simbólicos, em situações de seu interesse, como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre outros.
(EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica.
Construção de fatos básicos da adição(EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em procedimentos de cálculo para resolver problemas.
Composição e decomposição de números naturais(EF01MA07) Compor e decompor número de até duas ordens, por meio de diferentes adições, com o suporte de material manipulável, contribuindo para a compreensão de características do sistema de numeração decimal e o desenvolvimento de estratégias de cálculo.
Problemas envolvendo diferentes significados da adição e da subtração (juntar, acrescentar, separar, retirar)(EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o suporte de imagens e/ou material manipulável, utilizando estratégias e formas de registro pessoais.




1º TRIMESTRE - HISTÓRIA DO NOME - SIMULANDO PLANO DE AULA

HISTÓRIA – 2º ANO

UNIDADES TEMÁTICASOBJETOS DE CONHECIMENTOHABILIDADES
A comunidade e seus registrosA noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas(EF02HI01) Reconhecer espaços de sociabilidade e identificar os motivos que aproximam e separam as pessoas em diferentes grupos sociais ou de parentesco.
(EF02HI02) Identificar e descrever práticas e papéis sociais que as pessoas exercem em diferentes comunidades.
(EF02HI03) Selecionar situações cotidianas que remetam à percepção de mudança, pertencimento e memória.
A noção do “Eu” e do “Outro”: registros de experiências pessoais e da comunidade no tempo e no espaço(EF02HI04) Selecionar e compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário.
Formas de registrar e narrar histórias (marcos de memória materiais e imateriais)(EF02HI05) Selecionar objetos e documentos pessoais e de grupos próximos ao seu convívio e compreender sua função, seu uso e seu significado.
O tempo como medida(EF02HI06) Identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois).
(EF02HI07) Identificar e utilizar diferentes marcadores do tempo presentes na comunidade, como relógio e calendário.
















































As formas de registrar as experiências da comunidade As fontes: relatos orais, objetos, imagens (pinturas, fotografias, vídeos), músicas, escrita, tecnologias digitais de informação e comunicação e inscrições nas paredes, ruas e espaços sociais (EF02HI08) Compilar histórias da família e/ou da comunidade registradas em diferentes fontes.
(EF02HI09) Identificar objetos e documentos pessoais que remetam à própria experiência no âmbito da família e/ou da comunidade, discutindo as razões pelas quais alguns objetos são preservados e outros são descartados.

O trabalho e a sustentabilidade na comunidade A sobrevivência e a relação com a natureza (EF02HI10) Identificar diferentes formas de trabalho existentes na comunidade em que vive, seus significados, suas especificidades e importância.
(EF02HI11) Identificar impactos no ambiente causados pelas diferentes formas de trabalho existentes na comunidade em que vive.


Plano de Aula: Meu Nome tem História

(Plano confeccionado pela IA)

Público-alvo: 2º ano do Ensino Fundamental.

Duração estimada: 2 aulas (aprox. 100 minutos).
Habilidades BNCC: (EF02HI05) Selecionar objetos e documentos pessoais e de grupos próximos que próprios e de outros.


1. Objetivos de Aprendizagem
Reconhecer a importância do nome na construção da identidade pessoal e social.
Pesquisar e valorizar a origem e o significado do próprio nome e sobrenome.
Identificar o nome em documentos oficiais, como a Certidão de Nascimento.
profy.ai +5

2. Materiais Necessários
Fichas com os nomes dos alunos (letra bastão).
Papel sulfite, cartolina ou caderno de desenho.
Lápis de cor, giz de cera e canetinhas.
Cópia (ou modelo impresso) de uma Certidão de Nascimento.


3. Desenvolvimento Passo a Passo
Etapa 1: Roda de Conversa (Sensibilização)
Inicie com a pergunta: "Por que temos um nome?" Explique que o nome é um direito garantido por lei e que ele nos torna únicos na sociedade. Conte brevemente a história de como você, professor(a), recebeu o seu nome.

Etapa 2: A Investigação (Pesquisa)
Peça para os alunos realizarem uma pequena entrevista com seus familiares (pode ser enviada como tarefa prévia). O roteiro sugerido pela Conexão Escola inclui: Quem escolheu meu nome?
Qual o significado dele?
Existem outras pessoas na família com o mesmo nome?

Etapa 3: "Meu Nome é uma Obra de Arte"
Cada aluno deve escrever seu nome em uma folha de forma bem grande e decorá-lo com elementos que representem sua história (ex: se o nome foi escolhido por causa de uma flor, desenhar a flor).
Etapa 4: Conhecendo a Certidão de Nascimento
Apresente uma Certidão de Nascimento (modelo). Mostre onde fica o nome completo, o sobrenome e os nomes dos pais e avós. Explique que o sobrenome conta a história da nossa família e de onde viemos.


4. Avaliação e Fechamento
A avaliação será contínua, observando o engajamento na pesquisa e o respeito pelas histórias dos colegas. Finalize criando um "Varal dos Nomes" na sala para que todos possam ler e apreciar as diferentes origens.
profy.com.br +4
Você gostaria de alguma atividade impressa específica ou sugestão de leitura infantil para acompanhar esse tema?


Gostaria de sugestão de leitura

Para complementar o seu plano de aula sobre a história do nome, selecionei obras que abordam a identidade, a origem familiar e a importância de como somos chamados.
Aqui estão as melhores sugestões para o 2º ano:

1. "Meu Nome" – Marilda Castanha
Este livro é uma das referências mais diretas para o seu tema. Ele explora como o nome nos define e como ele carrega as histórias de quem veio antes de nós, sendo ideal para introduzir a atividade de pesquisa familiar.

2. "Cada Um com Seu Jeito, Cada Jeito é de Um!" – Lucimar Rosa Dias
Nesta história, a protagonista Luanda descobre que seu nome foi escolhido pelo pai em homenagem a uma cidade africana. É perfeito para trabalhar a ancestralidade e mostrar que todo nome tem uma origem geográfica ou cultural significativa.

3. "Marcelo, Marmelo, Martelo" – Ruth Rocha
Um clássico absoluto. Marcelo começa a questionar o nome das coisas e o seu próprio nome ("Por que é que eu me chamo Marcelo?"). Ele ajuda as crianças a pensarem sobre a convenção dos nomes de forma muito lúdica e divertida.

4. "Meu nome é Zé, e o seu qual é?" – Cintia Pontes
Muito usado em projetos de identidade, este livro narra a história de um sapinho que não sabia que tinha um nome e descobre que todas as coisas têm nome, mas as pessoas também têm sobrenome.

Dica Pedagógica
Ao ler qualquer um desses livros, você pode propor um "Momento do Significado", onde cada criança compartilha uma curiosidade que descobriu na pesquisa em casa (Etapa 2 do plano anterior). Isso reforça o vínculo entre a literatura e a vida real do aluno.

Você gostaria de uma dinâmica de contação de histórias específica para algum desses livros?

segunda-feira, 23 de março de 2026

1º TRIMESTRE - ATIVIDADE DO NOME - EXEMPLOS DE ATIVIDADES



HISTÓRIA DO MEU NOME
DESENVOLVIDA NESTE SITE POR UMA PROFESSORA

A atividade 'A História do Meu Nome' tem como propósito celebrar a diversidade cultural e individualidade de cada aluno, promovendo a valorização das diferentes origens e significados dos nomes. Os alunos são incentivados a trazer relatos sobre a origem e o significado de seus nomes, com o auxílio de pais ou responsáveis. Durante a aula, eles compartilharão suas histórias e construirão juntos um mural com desenhos e nomes. Esta abordagem permite que os estudantes desenvolvam um senso maior de identidade e pertença, ao mesmo tempo que identificam e respeitam as diferenças entre si

QUEM QUISER CONSULTAR:

FONTE: https://profy.com.br/plano-de-aula/27115/

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PROJETO "Meu nome, Minha identidade" Tem atividades sobre Identidade aqui. Tem atividades para trabalhar o nome aqui. Meu álbum, minha história aqui. 
PÚBLICO ALVO Alunos do Segundo ano Obs: Confeccionar a Certidão de nascimento junto com a turma é uma ótima atividade. 

DURAÇÃO 1° Bimestre, podendo se estender para um tempo maior de acordo com as necessidades da turma. 

JUSTIFICATIVA A construção da escrita do nome é uma necessidade básica na construção do indivíduo. O nome está sempre muito importante nas suas primeiras manifestações da escrita. As crianças em fase de alfabetização podem e devem aprender muitas coisas a partir do trabalho com os nomes próprios da classe em atividades que promovam a socialização da turma , proporcionando ao educador o acesso a um instrumento de avaliação que irá detectar o conhecimento prévio que o aluno possui, quando este demonstra suas hipóteses de escrita do nome. 

OBJETIVOS Possibilitar o acesso ao conhecimento da leitura e da escrita através de atividades com o nome, estimulando a oralidade dos educandos. - Criar condições para que os educandos compreendam a leitura e seus significados, através das atividades com o nome. - Possibilitar a integração da turma, através de atividades coletivas, relacionadas aos nomes das crianças, promovendo a socialização entre os mesmos. 

ESTRATÉGIAS E RECURSOS 
* Autorretrato e escrita do nome: - Distribuir para a turma papel e lápis. Cada aluno desenha seu retrato (se possível com a ajuda de um espelho exposto na sala). Escreve seu nome junto ao desenho. 
Recolhe-se as "fotos" e redistribui-se entre a turma. Cada um tentará adivinhar quem é o dono da foto (pode ser ajudado pelos colegas). O dono da foto se apresenta, diz se gosta ou não do nome, fala algumas coisas sobre si. 
Os trabalhos ficam expostos na sala de aula ou no pátio da escola. 

* História do nome: - Cada aluno pesquisa em casa com os familiares, a história de seu nome. Em sala, relata o porquê tem este nome. O educador apresenta tiras com o nome completo de cada educando (em letra bastão, bem visível). Depois cada um registra o seu nome completo. 

* Construção de crachá: - Os alunos irão construir um crachá para uso diário. Cada um recebe um cartão com o seu nome (em letra bastão) e o professor acompanha a leitura das letras presentes no nome, mostrando para turma, identificando principalmente as letras iniciais e finais. O aluno então registra num outro cartão o seu nome e faz um pequeno desenho ao lado. Distribui-se os cartões no chão. Cada um pega qualquer cartão e tenta adivinhar de quem é. Logo em seguida, escreve numa folha de papel o nome do colega, formando uma lista de nomes, que será lida pelos alunos, posteriormente, com o auxílio do professor. 

* Construção do nome com o alfabeto móvel: _ Os alunos constroem seus nomes e nome de um dos amigos usando o recurso das letras móveis. O uso das letras móveis possibilita que o aluno altere a ordem das letras quantas vezes achar necessário. 

* Construção da chamadinha: - Montar um mural com o nome dos educandos, seguindo a ordem alfabética e separando meninas de meninos (os alunos receberão uma cópia dessa chamadinha para colar no caderno de textos. 

* Comparação de tamanho de nomes - Cada aluno constrói com o alfabeto móvel o seu nome e deixa exposto no quadro de pregas para todos visualizarem. O aluno pode construir com o auxílio do educador ou do crachá com o seu nome. Então, verifica-se qual o nome maior, pelo número de letras. Verifica-se também o nome menor e estabelece-se comparações entre a quantidade de letras presentes em cada nome. Mostrar para os alunos que nem sempre o tamanho da pessoa corresponde ao tamanho de seu nome. 

* Que letra falta? - Expor no quadro alguns nomes sem as letras iniciais e, numa atividade posterior as finais. Os educandos registram e depois, completam com as letras que faltam. 

* Quebra-cabeça dos nomes. - Cada educando recebe dois tipos de quebra-cabeças, ambos contendo seu nome escrito, um por letras e outro por sons (sílabas). As partes são misturadas e os educando tentam encaixar na sequência dos nomes. Dependendo do ritmo da turma, pode-se trabalhar inicialmente apenas com peças que contem letras e posteriormente trabalha-se com sons. Alguns alunos podem necessitar de auxílio 

* Trabalhando as silabas a partir dos nomes: - Montar um quadro com sílabas presentes nos nomes dos educandos. Fazer a leitura dessas sílabas e observar as sílabas correspondentes aos números. Seguindo a sequência dos números, escreve-se os nomes a partir de suas sílabas e a relação numérica. Verifica-se outras possibilidades de construir outros nomes, usando as sílabas presentes no quadro (ou outras palavras). 

* Palavras cruzadas. _ Ao alunos recebem uma folha mimeografada ou xerocada contendo uma cruzadinha onde devem encaixar os nomes dos amigos de acordo com o número de letras 

* Acróstico: - Formar um acróstico com o nome de cada aluno da turma. Cada um vai dizer as qualidades do colega, que serão escritas conforme a letra presente no nome. 

* Caça nomes Os alunos recebem folha xerocada com um caça cuja finalidade é encontrar nomes de crianças da sala de aula. 

AVALIAÇÃO Observações e registros diários dos avanços dos alunos na construção da escrita do próprio nome, bem como no reconhecimento dos nomes dos amiguinhos da classe e da professora. Observar o uso que os alunos fazem da escrita dos nomes para escrever outras palavras. Analisar as produções de escrita, individuais e coletivas e usar os dados para replanejar de forma a superar as dificuldades encontradas pelos alunos . *** Obs: Projeto recebido por e-mail, sem autoria


FONTE https://br.pinterest.com/pin/272256739953742392/ 


1º TRIMESTRE - PRÁTICAS DE LINGUAGEM E CAMPOS DE ATUAÇÃO DOS TEXTOS

 

Práticas de Linguagem

Eixos na BNCC – Língua Portuguesa

Eixo da Oralidade

compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face.Alguns exemplos -  Passar um recado, Brincadeiras como trava-língua, Brinquedos cantados, Imitação , Declamação de poema com ou sem efeitos sonoros, Contação de história (A história do Meu nome), Mensagem gravada, Debate etc.

Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.

Eixo Leitura

compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do leitor/escritor /ouvinte - espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos e de sua interpretação.

Alguns exemplos: trabalho com projetos de leitura,  Roda de leitura,  Leitura de receita para confecção de um brinquedo, massinha, Leitura em jogos de tabuleiro com enigmas...Leitura para realizar uma experiência em Ciências...Leitura sobre tema para debate etc.

Leitura não apenas de um texto escrito: imagens estáticas (foto, pintura, desenho, esquema, gráfico, diagrama) ou em movimento (filmes, vídeos etc.) e ao som (música), que acompanha e cossignifica (signifca junto) em muitos gêneros digitais.

Eixo da Produção de Textos

 compreende as práticas de linguagem relacionadas à interação e à autoria (individual ou coletiva) do texto escrito, oral e multissemiótico, com diferentes finalidades e projetos enunciativos. Alguns exemplos: Construir um álbum de personagens famosas, Produzir um almanaque que retrate as práticas culturais da comunidade, Escrever sua história, Escrever a História do seu nome, Escrever no quadro de avisos, Construir bilhetes coletivos etc.

Por meio de situações efetivas de produção de textos pertencentes a gêneros que circulam nos diversos campos de atividade humana.

Eixo da Análise Linguística/Semiótica 

Na BNCC, essa prática de linguagem abrange mais do que estudar as regras e normas morfossintáticas, semânticas e ortográficas. O mais importante é que os alunos desenvolvam um olhar analítico e integrado. Isso fará com que eles consigam refletir sobre as normas padrão, o funcionamento da língua e o sistema de escrita alfabética. Compreender plenamente as mensagens transmitidas nos textos, sem ruídos. Afinal, as normas gramaticais e de conjugação verbal servem para ampliar as possibilidades de uso da língua. Elas estão contextualizadas na leitura e na produção de textos, tanto orais como escritos. Com isso, a análise abraça a relação entre textos e imagens em memes, games, vídeos etc. As normas também ajudam quando os alunos querem expressar seus pensamentos e conhecimentos.

 

Alfabetização

Pesquisas sobre a construção da língua escrita pela criança mostram que, nesse processo, é preciso:

  • diferenciar desenhos/grafismos (símbolos) de grafemas/letras (signos);
  • desenvolver a capacidade de reconhecimento global de palavras (que chamamos de leitura “incidental”, como é o caso da leitura de logomarcas em rótulos), que será depois responsável pela fluência na leitura;
  • construir o conhecimento do alfabeto da língua em questão;
  • perceber quais sons se deve representar na escrita e como;
  • construir a relação fonema-grafema: a percepção de que as letras estão representando certos sons da fala em contextos precisos;
  • perceber a sílaba em sua variedade como contexto fonológico desta representação;
  • até, finalmente, compreender o modo de relação entre fonemas e grafemas, em uma língua específica.

 

CAMPOS DE ATUAÇÃO PARA AS PRÁTICAS DE LINGUAGEM

Outra categoria organizadora do currículo que se articula com as práticas são os campos de atuação em que essas práticas se realizam. Assim, na BNCC, a organização das práticas de linguagem (leitura de textos, produção de textos, oralidade e análise linguística/semiótica) por campos de atuação aponta para a importância da contextualização do conhecimento escolar.

Os campos de atuação orientam a seleção de gêneros, práticas, atividades e procedimentos em cada um deles. Diferentes recortes são possíveis quando se pensa em campos.

CAMPO DA VIDA COTIDIANA – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura, próprias de atividades vivenciadas cotidianamente por crianças, adolescentes, jovens e adultos, no espaço doméstico e familiar, escolar, cultural e profissional. Alguns gêneros textuais deste campo: agendas, listas, bilhetes, recados, avisos, convites, cartas, cardápios, diários, receitas, regras de jogos e brincadeiras.

EXEMPLOS: PRÁTICA DE LINGUAGEM  Leitura/escuta (compartilhada e autônoma)

OBJETO DE CONHECIMENTO Leitura de imagens em narrativas visuais

 

CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura, fruição e produção de textos literários e artísticos, representativos da diversidade cultural e linguística, que favoreçam experiências estéticas. Alguns gêneros deste campo: lendas, mitos, fábulas, contos, crônicas, canção, poemas, poemas visuais, cordéis, quadrinhos, tirinhas, charge/ cartum, dentre outros.

EXEMPLOS:

PRÁTICA DE LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada e autônoma)

OBJETO DE CONHECIMENTO Formação do leitor literário Leitura colaborativa e autônoma Apreciação estética/Estilo Formação do leitor literário/Leitura multissemiótica

PRATICA DE LINGUAGEM Oralidade

OBJETO DE CONHECIMENTO  Contagem de histórias

 

CAMPO DA VIDA PÚBLICA – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura e escrita, especialmente de textos das esferas jornalística, publicitária, política, jurídica e reivindicatória, contemplando temas que impactam a cidadania e o exercício de direitos. Alguns gêneros textuais deste campo: notas; álbuns noticiosos; notícias; reportagens; cartas do leitor (revista infantil); comentários em sites para criança; textos de campanhas de conscientização; Estatuto da Criança e do Adolescente; abaixo-assinados; cartas de reclamação, regras e regulamentos

 

CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura/escrita que possibilitem conhecer os textos expositivos e argumentativos, a linguagem e as práticas relacionadas ao estudo, à pesquisa e à divulgação científica, favorecendo a aprendizagem dentro e fora da escola. Alguns gêneros deste campo em mídia impressa ou digital: enunciados de tarefas escolares; relatos de experimentos; quadros; gráficos; tabelas; infográficos; diagramas; entrevistas; notas de divulgação científica; verbetes de enciclopédia.

segunda-feira, 2 de março de 2026

1º TRIMESTRE - ATIVIDADE: MULHERES INSPIRADORAS

 APÓS LERMOS SOBRE A HISTÓRIA DE MALALA, VAMOS PENSAR SOBRE AS MULHERES INSPIRADORAS QUE CONVIVEM CONOSCO. 

PODE SER DA SUA FAMÍLIA, DO SEU CÍRCULO DE AMIZADES, DO SEU BAIRRO ETC.

ESSAS MULHERES INSPIRADORAS NOS DÃO BONS EXEMPLOS, NOS MOTIVANDO PARA SUPERAR DESAFIOS, LUTAR POR VALORES JUSTOS, INTEGRIDADE... SÃO REFERÊNCIAS POSITIVAS EM NOSSAS VIDAS.

1 - TRAGA UM OBJETO QUE LEMBRE ESSA PESSOA .

2 - FAREMOS UMA RODA DE CONVERSA.

3 -  PODE TRAZER UMA FOTO OU UM DESENHO QUE A REPRESENTE.

ESSA ATIVIDADE VALE 1,0 PONTO DO BIMESTRE. FAREMOS UM MURAL.


EXEMPLOS:



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COLOCAR O TÍTULO: MULHERES QUE NOS INSPIRAM!

1º TRIMESTRE - ATIVIDADE DIA INTERNACIONAL DA MULHER

 TRABALHANDO ORALIDADE


Malala Yousafzai: conheça a história da ativista

Ativista paquistanesa é conhecida por defender o direito das mulheres de estudarem

A ativista paquistanesa Malala Yousafzai é mundialmente conhecida por lutar pelo direito das mulheres de estudarem, e por ter sobrevivido a um atentado promovido pelo Talibã, organização fundamentalista que dominava e liderava a região do Vale Swat, no Paquistão, que é bastante conservadora.

Hoje, Malala vive na Inglaterra e é uma mulher casada. Nas livrarias é possível encontrarmos vários dos livros voltados para crianças e adultos que foram publicados por ela, com o intuito de contar a sua história e promover a conscientização sobre a importância da educação. Em 2014, quando tinha apenas 17 anos, ela recebeu o Prêmio Nobel da Paz, se tornando a pessoa mais jovem a ser agraciada com a premiação.


Fonte Wikipédia


A infância de Malala Yousafzai


Malala Yousafzai nasceu em 12 de julho de 1997, na cidade de Mingora, no Vale de Swat. O sustento de sua família, que tinha uma origem bem simples, vinha da escola fundada por seu pai, Ziauddin Yousafzai, que foi quem incentivou que ela, ainda criança, entendesse a importância dos estudos.


Em 2008, o líder talibã exigiu que as escolas paquistanesas interrompessem as aulas para as meninas, o que fez com que Malala criasse o blog “Diário de uma Estudante Paquistanesa”, no qual publicava textos sobre seu amor pelos estudos e as dificuldades de ser uma menina e estudante no Paquistão.


O blog, no entanto, era escrito sob um pseudônimo, mas em poucos meses sua identidade acabou sendo revelada, o que a tornou famosa em todo o mundo. Malala concedia entrevistas para diversos jornais e TVs, o que atraiu a fúria dos talibãs, que a consideravam uma ameaça contra o Islã.


O atentado contra Malala


ataque contra Malala aconteceu em outubro de 2012, quando ela estava em um ônibus que a levava para casa, junto com outras meninas, após um dia na escola. Na época ela tinha 15 anos de idade, e acabou sendo baleada na cabeça, o que chocou o Paquistão e o mundo.


Para se tratar, Malala foi retirada do país junto com sua família, e levada ao Reino Unido, onde os médicos retiraram a bala do seu cérebro. Após o período de recuperação, ela voltou a frequentar a escola, dessa vez na Inglaterra, e se formou. Exatos 5 anos após o atentado contra a sua vida, Malala ingressou na faculdade.


O que é o Talibã?


Talibã é um grupo fundamentalista islâmico, que teve origem no Afeganistão durante a Guerra Civil Afegã, com o intuito de tomar o poder do país. O grupo tem uma interpretação radical da lei islâmica (Sharia), e costuma proibir mulheres de estudar e trabalhar, além de obrigá-las a usar a burca, vestimenta que cobre todo o corpo, deixando à mostra apenas os olhos.

De 1996 a 2002 o Talibã governou o Afeganistão, e foi destituído do poder quando o país foi invadido por tropas dos Estados Unidos. Essa invasão aconteceu porquê foi o Talibã que deu abrigo para Osama bin Laden e a Al-Qaeda, responsáveis pelo atentado de 11 de setembro. Nesse período de enfraquecimento, no entanto, o grupo estendeu sua presença no Paquistão, e hoje voltou a crescer novamente também no Afeganistão.


O que Malala lê?


Malala teve acesso à educação desde a infância por influência do seu pai, e foi assim que ela se tornou fluente em três idiomas e se apaixonou pelos livros. Desde criança ela tem a leitura como prazer, e entre seus livros favoritos estão os de Jane Austen, escritora inglesa que faleceu em 1817, e escreveu romances que até hoje fazem muito sucesso e continuam sendo adaptados para filmes e séries, como o famosíssimo “Orgulho e Preconceito”.

Além disso, Malala gosta também de ler produções da cultura popular, como a Saga Twilight, “Crepúsculo”, como conhecemos no Brasil. Nesta obra, que também foi adaptada para os cinemas, temos o romance entre uma humana e um vampiro, e as dificuldades de fazer essa relação quase impossível dar certo.

Texto

Fonte:https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/malala-yousafzai-conheca-a-historia-da-ativista

1º TRIMESTRE - PRÁTICAS DE LINGUAGEM I - EIXOS ORALIDADE E LEITURA

  PRÁTICAS DE LINGUAGEM I


BNCC


Os eixos de integração considerados na BNCC de Língua Portuguesa são aqueles já consagrados nos documentos curriculares da Área, correspondentes  às práticas de linguagem:

 1 - oralidade, 

2 - leitura/escuta, 

3 - produção (escrita e multissemiótica) 

 4 - análise linguística/semiótica (que envolve conhecimentos linguísticos – sobre o sistema de escrita, o sistema da língua e a norma-padrão –, textuais, discursivos e sobre os modos de organização e os elementos de outras semioses).


Eixo da Oralidade 

compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com ou sem contato face a face: 

Alguns exemplos - 

Passar um recado

Brincadeiras como trava-língua

Brinquedos cantados

Imitação 

Declamação de poema com ou sem efeitos sonoros

Contação de história (A história do Meu nome)

Mensagem gravada

Debate

etc.

Envolve também a oralização de textos em situações socialmente significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.

Eixo Leitura 

compreende as práticas de linguagem que decorrem

da interação ativa do leitor/ouvinte/espectador com os textos escritos, orais e multissemióticos e de sua interpretação, sendo exemplos as leituras para: 

alguns exemplos: trabalho com projetos de leitura 

 Roda de leitura

 Leitura de receita para confecção de um brinquedo, massinha

 Leitura em jogos de tabuleiro com enigmas...

Leitura para realizar uma experiência em Ciências...

Leitura sobre tema para debate

etc.


Leitura não apenas de um texto escrito: imagens estáticas (foto, pintura, desenho, esquema, gráfico, diagrama) ou em movimento (filmes, vídeos etc.) e ao som (música), que acompanha e cossignifica (signifca junto) em muitos gêneros digitais.


1º TRIMESTRE - ÁREA DE LINGUAGEM I - GÊNEROS E TIPOS DE TEXTUAIS

ÁREA DE LINGUAGEM I

BNCC

As práticas de linguagem contemporâneas não só envolvem novos gêneros e textos cada vez mais *multissemióticos, como também novas formas de produzir, de configurar, de disponibilizar, de replicar e de interagir.

Os gêneros textuais surgem a partir da função específica de cada forma de comunicação. Já os tipos textuais (tipologia) são as classificações dadas à estrutura linguística padrão segundo a qual o texto é produzido.

Alguns exemplos de gêneros textuais são: carta, conto, crônica, receita culinária, bula, manual de instruções, resenha, listas, verbetes, etc. Cada um possui um padrão comum no qual outros textos, que cumprem a mesma função, devem se adequar.

Os tipos textuais são: dissertativo (argumentativo ou expositivo), descritivo, narrativo e injuntivo. E, um gênero textual pode ser composto de diferentes tipos textuais.


1º TRIMESTRE - EXERCÍCIO valendo ponto extra

 1 - Escreva Falso ou Verdadeiro: (fazer no caderno) a) São ideias fundamentais que produzem articulações entre eles: equivalência, ordem, p...