O QUE É ALGORITMO EM MATEMÁTICA?
É A SEQUÊNCIA DE REGRAS, PROCEDIMENTOS PARA RESOLVER UMA SITUAÇÃO PROBLEMA OU CÁLCULO.
O QUE É ALGORITMO EM MATEMÁTICA?
É A SEQUÊNCIA DE REGRAS, PROCEDIMENTOS PARA RESOLVER UMA SITUAÇÃO PROBLEMA OU CÁLCULO.
Observe na Unidade Temática Álgebra, os conteúdos e respectivas habilidades
Unidade Objetos Habilidades
Temática de
Conhecimento
Álgebra | Padrões figurais e numéricos: investigação de regularidades ou padrões em sequências | (EF01MA09) Organizar e ordenar objetos familiares ou representações por figuras, por meio de atributos, tais como cor, forma e medida. |
|---|---|---|
Sequências recursivas: observação de regras usadas utilizadas em seriações numéricas (mais 1, mais 2, menos 1, menos 2, por exemplo) | (EF01MA10) Descrever, após o reconhecimento e a explicitação de um padrão (ou regularidade), os elementos ausentes em sequências recursivas de números naturais, objetos ou figuras. |
No Ensino Fundamental – Anos Iniciais, deve-se retomar as vivências cotidianas das crianças com números, formas e espaço, e também as experiências desenvolvidas na Educação Infantil, para iniciar uma sistematização dessas noções. Nessa fase, as habilidades matemáticas que os alunos devem desenvolver não podem ficar restritas à aprendizagem dos algoritmos das chamadas “quatro operações”, apesar de sua importância. No que diz respeito ao cálculo, é necessário acrescentar, à realização dos algoritmos das operações, a habilidade de efetuar cálculos mentalmente, fazer estimativas, usar calculadora e, ainda, para decidir quando é apropriado usar um ou outro procedimento de cálculo.
Matemática está intrinsecamente relacionada à compreensão, ou seja, à apreensão de significados dos objetos matemáticos, sem deixar de lado suas aplicações. Desse modo, recursos didáticos como malhas quadriculadas, ábacos, jogos, livros, vídeos, calculadoras, planilhas eletrônicas e softwares de geometria dinâmica têm um papel essencial para a compreensão e utilização das noções matemáticas. Entretanto, esses materiais precisam estar integrados a situações que levem à reflexão e à sistematização, para que se inicie um processo de formalização.
Em todas as unidades temáticas, a delimitação dos objetos de conhecimento e das habilidades considera que as noções matemáticas são retomadas, ampliadas e aprofundadas ano a ano. No entanto, é fundamental considerar que a leitura dessas habilidades não seja feita de maneira fragmentada.
| UNIDADES TEMÁTICAS | OBJETOS DE CONHECIMENTO | HABILIDADES |
|---|---|---|
| Números | Contagem de rotina Contagem ascendente e descendente Reconhecimento de números no contexto diário: indicação de quantidades, indicação de ordem ou indicação de código para a organização de informações | (EF01MA01) Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de identificação. |
| Quantificação de elementos de uma coleção: estimativas, contagem um a um, pareamento ou outros agrupamentos e comparação | (EF01MA02) Contar de maneira exata ou aproximada, utilizando diferentes estratégias como o pareamento e outros agrupamentos. (EF01MA03) Estimar e comparar quantidades de objetos de dois conjuntos (em torno de 20 elementos), por estimativa e/ou por correspondência (um a um, dois a dois) para indicar “tem mais”, “tem menos” ou “tem a mesma quantidade”. | |
| Leitura, escrita e comparação de números naturais (até 100) Reta numérica | (EF01MA04) Contar a quantidade de objetos de coleções até 100 unidades e apresentar o resultado por registros verbais e simbólicos, em situações de seu interesse, como jogos, brincadeiras, materiais da sala de aula, entre outros. (EF01MA05) Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, com e sem suporte da reta numérica. | |
| Construção de fatos básicos da adição | (EF01MA06) Construir fatos básicos da adição e utilizá-los em procedimentos de cálculo para resolver problemas. | |
| Composição e decomposição de números naturais | (EF01MA07) Compor e decompor número de até duas ordens, por meio de diferentes adições, com o suporte de material manipulável, contribuindo para a compreensão de características do sistema de numeração decimal e o desenvolvimento de estratégias de cálculo. | |
| Problemas envolvendo diferentes significados da adição e da subtração (juntar, acrescentar, separar, retirar) | (EF01MA08) Resolver e elaborar problemas de adição e de subtração, envolvendo números de até dois algarismos, com os significados de juntar, acrescentar, separar e retirar, com o suporte de imagens e/ou material manipulável, utilizando estratégias e formas de registro pessoais. |
| UNIDADES TEMÁTICAS | OBJETOS DE CONHECIMENTO | HABILIDADES |
|---|---|---|
| A comunidade e seus registros | A noção do “Eu” e do “Outro”: comunidade, convivências e interações entre pessoas | (EF02HI01) Reconhecer espaços de sociabilidade e identificar os motivos que aproximam e separam as pessoas em diferentes grupos sociais ou de parentesco. (EF02HI02) Identificar e descrever práticas e papéis sociais que as pessoas exercem em diferentes comunidades. (EF02HI03) Selecionar situações cotidianas que remetam à percepção de mudança, pertencimento e memória. |
| A noção do “Eu” e do “Outro”: registros de experiências pessoais e da comunidade no tempo e no espaço | (EF02HI04) Selecionar e compreender o significado de objetos e documentos pessoais como fontes de memórias e histórias nos âmbitos pessoal, familiar, escolar e comunitário. | |
| Formas de registrar e narrar histórias (marcos de memória materiais e imateriais) | (EF02HI05) Selecionar objetos e documentos pessoais e de grupos próximos ao seu convívio e compreender sua função, seu uso e seu significado. | |
| O tempo como medida | (EF02HI06) Identificar e organizar, temporalmente, fatos da vida cotidiana, usando noções relacionadas ao tempo (antes, durante, ao mesmo tempo e depois). (EF02HI07) Identificar e utilizar diferentes marcadores do tempo presentes na comunidade, como relógio e calendário. |
A atividade 'A História do Meu Nome' tem como propósito celebrar a diversidade cultural e individualidade de cada aluno, promovendo a valorização das diferentes origens e significados dos nomes. Os alunos são incentivados a trazer relatos sobre a origem e o significado de seus nomes, com o auxílio de pais ou responsáveis. Durante a aula, eles compartilharão suas histórias e construirão juntos um mural com desenhos e nomes. Esta abordagem permite que os estudantes desenvolvam um senso maior de identidade e pertença, ao mesmo tempo que identificam e respeitam as diferenças entre si
QUEM QUISER CONSULTAR:
Práticas de Linguagem
Eixos na BNCC – Língua Portuguesa
Eixo da
Oralidade
compreende as práticas de linguagem que ocorrem em situação oral com
ou sem contato face a face.Alguns exemplos -
Passar um recado, Brincadeiras como trava-língua, Brinquedos cantados,
Imitação , Declamação de poema com ou sem efeitos sonoros, Contação de história
(A história do Meu nome), Mensagem gravada, Debate etc.
Envolve também a oralização de textos em situações socialmente
significativas e interações e discussões envolvendo temáticas e outras
dimensões linguísticas do trabalho nos diferentes campos de atuação.
Eixo
Leitura
compreende as práticas de linguagem que decorrem da interação ativa do
leitor/escritor /ouvinte - espectador com os textos escritos, orais e
multissemióticos e de sua interpretação.
Alguns exemplos: trabalho com projetos de leitura, Roda de leitura, Leitura de receita para confecção de um
brinquedo, massinha, Leitura em jogos de tabuleiro com enigmas...Leitura para
realizar uma experiência em Ciências...Leitura sobre tema para debate etc.
Leitura não apenas de um texto escrito: imagens estáticas (foto,
pintura, desenho, esquema, gráfico, diagrama) ou em movimento (filmes, vídeos
etc.) e ao som (música), que acompanha e cossignifica (signifca junto) em muitos
gêneros digitais.
Eixo da Produção de Textos
compreende as práticas de
linguagem relacionadas à interação e à autoria (individual ou coletiva) do
texto escrito, oral e multissemiótico, com diferentes finalidades e projetos
enunciativos. Alguns exemplos: Construir um álbum de
personagens famosas, Produzir um almanaque que retrate as práticas culturais da
comunidade, Escrever sua história, Escrever a História do seu nome, Escrever no
quadro de avisos, Construir bilhetes coletivos etc.
Por meio de situações efetivas de produção de textos
pertencentes a gêneros que circulam nos diversos campos de atividade humana.
Eixo da Análise Linguística/Semiótica
Na BNCC, essa prática de linguagem abrange mais do que estudar as regras
e normas morfossintáticas, semânticas e ortográficas. O mais importante é que
os alunos desenvolvam um olhar analítico e integrado. Isso fará com que eles
consigam refletir sobre as normas padrão, o funcionamento da língua e o sistema
de escrita alfabética. Compreender plenamente as mensagens transmitidas nos
textos, sem ruídos. Afinal, as normas gramaticais e de conjugação verbal servem
para ampliar as possibilidades de uso da língua. Elas estão contextualizadas na
leitura e na produção de textos, tanto orais como escritos. Com isso, a análise
abraça a relação entre textos e imagens em memes, games, vídeos etc. As normas
também ajudam quando os alunos querem expressar seus pensamentos e
conhecimentos.
Alfabetização
Pesquisas sobre a
construção da língua escrita pela criança mostram que, nesse processo, é
preciso:
CAMPOS DE ATUAÇÃO PARA AS PRÁTICAS DE
LINGUAGEM
Outra categoria
organizadora do currículo que se articula com as práticas são os campos de
atuação em que essas práticas se realizam. Assim, na BNCC, a organização das
práticas de linguagem (leitura de textos, produção de textos, oralidade e análise
linguística/semiótica) por campos de atuação aponta para a importância da
contextualização do conhecimento escolar.
Os campos de atuação
orientam a seleção de gêneros, práticas, atividades e procedimentos em cada um
deles. Diferentes recortes são possíveis quando se pensa em campos.
CAMPO DA VIDA COTIDIANA – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura,
próprias de atividades vivenciadas cotidianamente por crianças, adolescentes,
jovens e adultos, no espaço doméstico e familiar, escolar, cultural e
profissional. Alguns gêneros textuais deste campo: agendas, listas, bilhetes,
recados, avisos, convites, cartas, cardápios, diários, receitas, regras de
jogos e brincadeiras.
EXEMPLOS: PRÁTICA DE
LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada
e autônoma)
OBJETO DE CONHECIMENTO
Leitura de imagens em narrativas visuais
CAMPO ARTÍSTICO-LITERÁRIO – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura,
fruição e produção de textos literários e artísticos, representativos da
diversidade cultural e linguística, que favoreçam experiências estéticas.
Alguns gêneros deste campo: lendas, mitos, fábulas, contos, crônicas, canção,
poemas, poemas visuais, cordéis, quadrinhos, tirinhas, charge/ cartum, dentre
outros.
EXEMPLOS:
PRÁTICA DE LINGUAGEM Leitura/escuta (compartilhada e autônoma)
OBJETO DE CONHECIMENTO
Formação do leitor literário Leitura colaborativa e autônoma Apreciação
estética/Estilo Formação do leitor literário/Leitura multissemiótica
PRATICA DE LINGUAGEM Oralidade
OBJETO DE CONHECIMENTO Contagem de histórias
CAMPO DA VIDA PÚBLICA – Campo de atuação relativo à participação em situações de leitura e
escrita, especialmente de textos das esferas jornalística, publicitária,
política, jurídica e reivindicatória, contemplando temas que impactam a
cidadania e o exercício de direitos. Alguns gêneros textuais deste campo:
notas; álbuns noticiosos; notícias; reportagens; cartas do leitor (revista
infantil); comentários em sites para criança; textos de campanhas de
conscientização; Estatuto da Criança e do Adolescente; abaixo-assinados; cartas
de reclamação, regras e regulamentos
CAMPO DAS PRÁTICAS DE ESTUDO E PESQUISA – Campo de atuação relativo à
participação em situações de leitura/escrita que possibilitem conhecer os
textos expositivos e argumentativos, a linguagem e as práticas relacionadas ao
estudo, à pesquisa e à divulgação científica, favorecendo a aprendizagem dentro
e fora da escola. Alguns gêneros deste campo em mídia impressa ou digital:
enunciados de tarefas escolares; relatos de experimentos; quadros; gráficos;
tabelas; infográficos; diagramas; entrevistas; notas de divulgação científica;
verbetes de enciclopédia.
APÓS LERMOS SOBRE A HISTÓRIA DE MALALA, VAMOS PENSAR SOBRE AS MULHERES INSPIRADORAS QUE CONVIVEM CONOSCO.
PODE SER DA SUA FAMÍLIA, DO SEU CÍRCULO DE AMIZADES, DO SEU BAIRRO ETC.
ESSAS MULHERES INSPIRADORAS NOS DÃO BONS EXEMPLOS, NOS MOTIVANDO PARA SUPERAR DESAFIOS, LUTAR POR VALORES JUSTOS, INTEGRIDADE... SÃO REFERÊNCIAS POSITIVAS EM NOSSAS VIDAS.
1 - TRAGA UM OBJETO QUE LEMBRE ESSA PESSOA .
2 - FAREMOS UMA RODA DE CONVERSA.
3 - PODE TRAZER UMA FOTO OU UM DESENHO QUE A REPRESENTE.
ESSA ATIVIDADE VALE 1,0 PONTO DO BIMESTRE. FAREMOS UM MURAL.
EXEMPLOS:
COLOCAR O TÍTULO: MULHERES QUE NOS INSPIRAM!
O CHAMADO ENCARTE (FOLHETO PROMOCIONAL, PANFLETO PUBLICITÁRIO) É UM RECURSO DIDÁTICO QUE, CONFORME A ESTRATÉGIA ELABORADO NO NOSSO PLANEJAME...